Mauricio Ganancio, de blazer grafite e camiseta preta, em um ambiente escuro com luz quente ao fundo

Método Dose Certa

Você não precisa virar uma pessoa de academia para cuidar do seu corpo

Talvez o que você queira seja muito mais simples: continuar tendo um corpo capaz de acompanhar a vida que você ainda quer viver

Quero entender meu ponto de partida

Você passou boa parte da vida construindo a liberdade que queria ter

  • Trabalhou
  • Criou filhos
  • Pagou contas
  • Construiu carreira
  • Resolveu problemas
  • Cuidou da família
  • Assumiu responsabilidades

E, durante muitos anos, seu corpo podia esperar

Sempre existia alguma coisa mais urgente, e talvez você mesmo tenha pensado:

  • “Quando as coisas ficarem mais tranquilas…”
  • “Quando os filhos estiverem encaminhados…”
  • “Quando eu puder viajar mais…”
  • “Quando eu desacelerar um pouco…”

E agora que essa fase começa a chegar, existe uma ironia sobre a qual quase ninguém fala:

Você pode passar décadas construindo a liberdade para finalmente fazer o que quiser…

e chegar justamente nessa fase sem o corpo necessário para aproveitá-la

Não estou falando de viver até os 100 nem de virar atleta aos 60, e sim de uma coisa muito mais próxima:

Ter um corpo capaz de acompanhar a vida que você ainda quer viver

Talvez você queira viajar mais, continuar trabalhando porque gosta, brincar com seus netos, carregar sua própria mala, levantar do chão sem precisar pensar em como vai fazer isso

Aceitar um convite sem perguntar:

“Vai ter que andar muito?”

Existe uma diferença enorme entre finalmente ter tempo para viver… e ter capacidade para aproveitar esse tempo, e talvez você já esteja começando a perceber essa diferença, não porque alguma coisa grave aconteceu, mas pelas pequenas coisas

A perda de capacidade raramente chega fazendo barulho

Às vezes ela aparece…

  1. numa escada que exige um pouco mais
  2. na caminhada que você preferiu evitar
  3. na rigidez quando levanta
  4. na sacola que ficou mais pesada
  5. na recuperação que demora mais
  6. na viagem em que você olha a distância antes de decidir se vai

Ou em frases aparentemente inocentes:

  • “Quer que eu vá mais devagar?”
  • “Deixa essa mala comigo”
  • “Melhor pegar o elevador”
  • “Você acha que vai aguentar?”

Nada disso, sozinho, parece motivo para preocupação: você continua trabalhando, dirigindo, saindo, viajando, vivendo sua vida

Só começa a negociar um pouco mais com o próprio corpo

E talvez esse seja o ponto que quase ninguém percebe

A perda de liberdade não começa apenas quando você deixa de conseguir fazer alguma coisa

Pode começar antes

Quando aquilo que seu corpo aguenta começa a participar das decisões sobre a vida que você leva

Você ainda pode ir
Mas começa a pensar se deveria
Ainda pode fazer
Mas começa a calcular o esforço
Ainda consegue carregar
Mas alguém já diz: “Deixa que eu faço para você”

Pode ser carinho, pode ser cuidado, mas existe uma parte de você que gostaria de continuar respondendo:

“Não precisa. Eu consigo”

Isso não é sobre carregar uma malaÉ sobre ainda poder escolher carregá-la

Não é sobre subir uma escadaÉ sobre não precisar organizar a própria vida em função dela

Não é sobre provar independência para ninguémÉ sobre continuar tendo independência quando ela importa

Talvez seja por isso que exercício comece a significar outra coisa depois dos 50

Talvez você não esteja procurando um abdômen definido, não queira bater recorde nem transformar academia em hobby, e talvez nem goste de academia

E tudo bem, porque o objetivo pode ser muito mais importante do que gostar de treinar

Preservar a capacidade de fazer as coisas que fazem sua vida continuar sendo sua

  • Viajar,
  • caminhar,
  • carregar,
  • levantar,
  • trabalhar,
  • brincar,
  • sair,
  • escolher

e dizer: “Vamos”

Se isso parece feito para alguém como você, vamos conversar

Quero entender meu ponto de partida

Só que aqui aparece um problema

Provavelmente nada disso é novidade: você já sabe que exercício faz bem, e talvez seu médico e sua família já tenham falado

O problema nunca foi saber que precisa fazer alguma coisa, e sim que talvez você já tenha tentado

  • Começou academia
  • Tentou caminhar
  • Treinou em casa
  • Assistiu a vídeos
  • Baixou aplicativo
  • Contratou um personal

Fez aquela promessa: “Agora vai”, e durante algum tempo foi

Até a rotina apertar, uma viagem acontecer, o joelho incomodar; você falta uma vez, depois outra, perde o ritmo e para

Meses depois, um exame, uma foto, uma escada, uma consulta… e você tenta novamente

Até que, depois de repetir esse ciclo algumas vezes, acontece uma coisa pior do que abandonar o treino

Você começa a abandonar a confiança em si mesmo

No começo:

  1. “Esse treino não funcionou para mim”
  2. “Eu não consegui manter”
  3. “Eu nunca consigo manter”
  4. “Não tenho disciplina”
  5. “Academia não é para mim”

Percebe a diferença? O que começou como uma experiência ruim virou uma explicação sobre quem você é

Você não entra pensando só “será que esse treino funciona?”, existe outra pergunta escondida:

“Quanto tempo será que eu duro dessa vez?”

Mas e se essa pergunta estiver errada?

E se o motivo de você sempre começar e parar não for simplesmente falta de disciplina?

Pense no que acontece quando alguém começa a treinar

Você recebe exercícios, séries, repetições, carga, frequência, talvez uma ficha, talvez um aplicativo, e junto uma regra que ninguém diz em voz alta:

Agora é você que precisa acompanhar o treino

Enquanto a semana está tranquila e você está motivado, tudo bem

Mas você não é uma planilha

  • Seu corpo muda
  • Sua rotina muda
  • Seu sono muda
  • Às vezes o joelho acorda diferente
  • Você viaja, fica doente, perde uma semana
  • Volta, melhora, precisa de outro estímulo

E mesmo assim, o treino continua ali… esperando que você consiga acompanhá-lo

Então deixa eu inverter a pergunta

Por que é sempre você que precisa se adaptar ao treino? Por que o treino não pode se adaptar a você?

Isso parece uma diferença pequena, mas muda completamente a lógica: talvez você não precise de mais uma tentativa de ser disciplinado o suficiente para seguir um programa

Talvez precise de um programa capaz de continuar fazendo sentido conforme você muda

Para entender como isso funciona, imagine duas pessoas

Imagine duas pessoas de 57 anos

Uma treina há dez

A outra está voltando depois de praticamente uma década parada

Mesma idade, mas não a mesma…

  • força
  • mobilidade
  • condicionamento
  • recuperação
  • história de dores
  • rotina
  • confiança
  • ponto de partida

Dizer que ambas precisam “fazer exercício” resolve muito pouco, e a pergunta importante é outra:

Qual é a dose de exercício que esse corpo precisa, neste momento, para produzir adaptação sem transformar o processo em mais uma tentativa impossível de sustentar?

Existe uma diferença entre um treino ser bom… e um treino ser bom para você agora

É aqui que entra o Método Dose Certa

A Dose Certa não é…

  • um treino específico
  • uma ficha especial
  • “treino leve”
  • uma fórmula pronta para pessoas depois dos 50

É um processo de ajuste

A Dose Certa muda quando você muda

  1. Avaliar

    Primeiro, entendemos onde você realmente está

    Não onde alguém da sua idade “deveria” estar, não onde você estava dez anos atrás, não onde a pessoa ao lado está

    Onde você está hoje

  2. Calibrar

    O exercício é calibrado considerando seu histórico, capacidade, rotina, limitações e objetivos

  3. Aplicar

    Aplicamos

    O exercício é construído em torno da vida que você ainda quer viver

  4. Observar

    Observamos a resposta

  5. Reajustar

    E ajustamos

    • Se seu corpo evolui, o treino evolui
    • Se alguma coisa muda, o treino muda
    • Se uma semana ruim exige ajuste, ajustamos

Se você fica um período sem treinar, não precisa fingir que nada aconteceu, nem sentir que perdeu tudo e precisa “começar do zero”

Descobrimos de onde faz sentido continuar

Você não deveria precisar construir sua vida em torno do exercício

O exercício precisa ser construído em torno da vida que você ainda quer viver

Isso não significa ausência de esforço, e sim parar de tratar intensidade como mérito: você não precisa provar o quanto aguenta, precisa receber estímulo suficiente para continuar evoluindo

Intensidade não é mérito. É uma variável

Carga, volume, frequência, recuperação, exercício… e a Dose Certa também

Porque a Dose Certa muda quando você muda

Dose Certa

Demonstração ilustrativa: mexa nas variáveis e veja a Dose Certa se ajustar

Talvez seja isso que tenha faltado nas outras tentativas

  • Não mais motivação
  • Não mais culpa
  • Não mais uma promessa de que “dessa vez você vai ter disciplina”

Mas uma estrutura que não trate uma mudança na sua vida como fracasso, e que troque a pergunta “será que eu consigo manter?” por outra:

“O que precisa ser ajustado para que eu consiga continuar?”

Quer descobrir qual é a sua Dose Certa?

Quero entender meu ponto de partida

Histórias reais. Pontos de partida diferentes

“Tudo bem, mas e alguém que chega com medo, limitações ou depois de muito tempo sem conseguir manter uma rotina?”

Não existe uma resposta única, porque também não existe um único ponto de partida: ao longo dos anos, acompanhei pessoas que chegaram até mim em momentos completamente diferentes

Sandra 50 anos

Sandra convivia com dores na coluna e nos ombros e, durante o período em que trabalhávamos juntos, precisou passar por uma artrodese com fixação de três vértebras

“Será que eu consigo voltar a treinar?”

Com o retorno conduzido de forma progressiva, Sandra voltou a treinar com segurança e recuperou confiança para se exercitar mesmo depois da cirurgia, não porque precisou provar que conseguia fazer tudo, mas porque existia um próximo passo compatível com o ponto em que ela estava

Irene 63 anos

Irene chegou com osteoporose, artrose, sensação de fraqueza e medo de exercício. Talvez você imagine que o objetivo deveria ser “pegar leve”, mas segurança não significa ausência de estímulo

Com o tempo, Irene passou a fazer musculação com cargas que antes não imaginava e chegou a correr na esteira com muito mais segurança e confiança: mudou aquilo que ela acreditava que seu corpo ainda era capaz de fazer

Sergio 52 anos

Sergio chegou com 114 kg, hipertensão, ansiedade, síndrome pós-Covid e alterações em glicose, colesterol e ácido úrico

Em pouco mais de 60 dias, eliminou 18 kg e apresentou melhora importante nos exames que acompanhava, além de relatar mais disposição para o trabalho e para brincar com a filha pequena

Mas eu não quero que você pense “então eu também vou perder 18 kg em 60 dias”: essa não é a promessa, o ponto é outro

Sandra não começou do ponto da Irene, Irene não começou do ponto do Sergio, e nenhum deles precisava começar do seu

Pessoas diferentes não precisam provar que conseguem seguir o mesmo caminho, precisam encontrar o ponto de partida adequado para construir o próprio

As idades indicadas correspondem ao início de cada acompanhamento. Resultados individuais variam. Os casos acima descrevem experiências reais e não representam promessa de resultado. Condições de saúde e uso de medicamentos devem permanecer sob acompanhamento dos profissionais responsáveis.

Cada uma dessas histórias começou com uma conversa

Quero entender meu ponto de partida
Mauricio Ganancio em pé, de blazer grafite, em uma sala de treino com madeira e luz quente

E quem vai tomar essas decisões com você?

Eu sou Mauricio Ganancio

Personal trainer CREF 030072-G/PR

Depois de mais de 14 anos trabalhando com exercício, uma das coisas que mais mudou na maneira como eu enxergo meu trabalho foi entender que prescrever é apenas uma parte dele: qualquer ficha pode dizer “3 séries, 10 repetições, descanse 60 segundos”

A parte difícil vem depois

  • Essa pessoa está respondendo como esperávamos?
  • Já é hora de avançar?
  • Essa carga ainda faz sentido?
  • O que mudou desde que começamos?

Meu trabalho não é descobrir quanto sofrimento você aguenta, nem simplesmente entregar exercícios: é transformar as informações sobre você em decisões sobre o seu treinamento

  • quando avançar
  • quando manter
  • quando modificar
  • quando uma resposta do seu corpo merece atenção

Você não precisa entender de carga, volume, intensidade ou periodização, não precisa conhecer os aparelhos, nem saber montar treino

Essa complexidade fica comigo

Você chega com seu histórico, seu corpo, sua rotina, seus objetivos, seu ponto de partida, e é a partir dele que eu construo o caminho

Um método. Duas formas de acompanhamento

O princípio é o mesmo: entender de onde você está partindo, planejar, aplicar, observar e ajustar. O que muda é a maneira como o acompanhamento acontece

Autonomia com acompanhamento

Onde você estiver

Para quem quer autonomia sem ficar por conta própria

  • Anamnese e avaliação online
  • Treino individual no aplicativo
  • Dúvidas comigo pelo WhatsApp

Falar sobre o online

Como funciona o online

Aluno realizando um exercício de equilíbrio em sala de treino, acompanhado por Mauricio
Presencial · Curitiba e região

Eu estou com você durante o treino

Observo sua execução, oriento, corrijo, acompanho sua resposta e faço os ajustes conforme o processo avança, o que pode fazer ainda mais diferença para quem está há muito tempo sem treinar ou sente insegurança para começar

  • Você não precisa chegar sabendo usar aparelhos
  • Não precisa conhecer exercícios
  • Não precisa acompanhar ninguém
  • E não precisa entrar em forma antes de começar

Seu estado atual não é um problema a resolver antes de chegar: é justamente o ponto que precisamos conhecer para começar

Falar sobre o presencial

Online · onde você estiver

Autonomia sem ficar por conta própria

Talvez você não esteja em Curitiba, talvez sua rotina torne o presencial difícil ou você prefira treinar no seu horário: nesse caso, existe o acompanhamento online

Treinar sozinho é diferente de precisar descobrir sozinho como treinar

O acompanhamento online não começa com uma ficha sendo enviada, começa entendendo você: anamnese, avaliação online, análise do seu histórico e da sua rotina, testes orientados, e só então estruturo a sua periodização

Seu treinamento é entregue por aplicativo, e aí acontece uma coisa importante:

Por trás, existe toda a complexidade do planejamento Na sua frente, existe apenas o próximo passo

Veja o aplicativo por dentro

O treino do dia: exercícios, séries, repetições, carga, intervalos e cadência, sem precisar adivinhar o que fazer

Gravação de tela do aplicativo

O aplicativo ajuda a entregar o processo, mas o aplicativo não é o método: o método está nas decisões por trás dele

Como o treino evolui ao longo do tempo

Seu treino não fica congelado esperando três meses passarem. A mudança principal dos exercícios acontece em ciclos maiores, normalmente a cada três meses, mas dentro do ciclo os microciclos mudam o estímulo: evolução não é trocar de exercício toda semana, o corpo precisa receber estímulo, ter tempo para responder, e o planejamento precisa saber quando manter, modificar e avançar

Se não lembrar como executar um exercício, você não precisa procurar vídeos aleatórios: o aplicativo tem demonstrações em vídeo, orientações de execução e erros comuns. E você não precisa decidir qual exercício fazer, quantas séries, quando aumentar ou se está fazendo demais ou de menos, porque você executa com autonomia e eu cuido das decisões técnicas

“E se eu tiver alguma dúvida enquanto estiver treinando?”

Você tira dúvidas diretamente comigo pelo WhatsApp, porque tecnologia organiza muito bem o treinamento, mas não conhece sua história sozinha e não entende uma dúvida que surgiu hoje

O aplicativo é uma ferramenta. O acompanhamento continua sendo humano

Falar sobre o online

O que você talvez esteja pensando

“Mas eu não gosto de academia”

Tudo bem, você não precisa gostar: dependendo do seu ponto de partida, objetivo e dos recursos disponíveis, é possível estruturar o treinamento para que você comece em casa

Treinar em casa e numa academia não oferecem exatamente as mesmas possibilidades, porque a academia tem equipamentos, cargas e formas de progressão que podem ampliar o que conseguimos fazer, mas existe uma diferença enorme entre dizer “a academia pode ampliar suas possibilidades” e dizer “você precisa primeiro vencer sua resistência à academia para só depois cuidar do seu corpo”

Você pode começar com a realidade que possui hoje e evoluir a partir dela, sem resolver o décimo passo antes de dar o primeiro

“Estou muito parado, será que consigo começar?”

Essa é justamente uma das razões para existir um ponto de partida: você não precisa melhorar o condicionamento antes de começar um programa criado para melhorar seu condicionamento, nem perder peso, ganhar força ou aprender os exercícios primeiro, nem “se preparar para começar”

Começar de onde você está não significa aceitar permanecer onde está, significa saber de onde a progressão precisa partir

“Tenho problema no joelho, coluna ou alguma condição de saúde”

Seu histórico importa: limitações, desconfortos, diagnósticos conhecidos, medicamentos e orientações dos profissionais que já acompanham sua saúde podem mudar decisões relacionadas ao exercício, e por isso essas informações entram no processo

Exercício não substitui diagnóstico, tratamento médico, fisioterapia ou acompanhamento clínico quando necessários, e não prometo que determinada condição será resolvida pelo treinamento, mas você não deveria receber exercício como se seu histórico não existisse. Quando uma situação exige avaliação ou liberação de outro profissional de saúde antes do início ou da progressão, isso também precisa ser respeitado

“E se eu perder alguns treinos?”

Então aconteceu uma coisa que acontece com pessoas reais: a vida. Você viaja, fica doente, o trabalho aperta, a família precisa de você, e o problema não é existir uma interrupção, é o significado que você dá a ela: “perdi tudo”, “estraguei o programa”, “segunda eu volto”

Por isso, a pergunta não precisa ser “como compenso tudo que perdi?”, pode ser “onde estou agora, e de onde faz sentido continuar?”. Você não precisa pagar uma dívida de culpa com exercício, precisa encontrar o próximo passo

“Eu não tenho tempo para viver em função de treino”

Ótimo, porque esse não é o objetivo: seu trabalho, sua família, suas viagens e seus dias ruins existem, e o treinamento precisa conviver com isso. Existe uma frequência e uma quantidade de estímulo necessárias para produzir adaptações, não existe mágica, mas também não faz sentido criar um plano baseado numa vida que você não tem

Um programa perfeito no papel e impossível de manter numa terça-feira comum não é perfeito para você

A maior diferença aparece depois que a motivação do começo passa

É fácil começar quando tudo é novidade:

  • academia nova
  • roupa nova
  • meta nova
  • segunda-feira
  • janeiro

O difícil é quando isso deixa de ser novidade e o exercício precisa ocupar um lugar possível na sua vida, e por isso, no acompanhamento online, podemos trabalhar com diferentes horizontes, não porque “quanto mais meses, melhor”, mas porque tempo muda o que conseguimos observar e construir

Um desafio de 21 ou 30 dias dificilmente prova que você é capaz de continuar depois que começar deixa de ser novidade, e o objetivo não é olhar para trás e dizer “eu consegui começar”, é dizer:

“Dessa vez eu consegui continuar”

Ficou com alguma dúvida? Pergunte direto para o Mauricio

Quero entender meu ponto de partida
Mauricio conversando com uma aluna, sentados frente a frente, em um ambiente de treino com luz quente

“Então eu preciso escolher agora entre presencial e online?”

Não. O primeiro passo é uma conversa

Prefiro que você não escolha baseado numa descrição de página: seria contraditório passar todo esse tempo dizendo que seu ponto de partida importa… e terminar tentando encaixar você num pacote antes de entender sua situação

Você me conta o que está acontecendo, o que já tentou, o que fez você parar, suas inseguranças, suas limitações e sua rotina, e a partir daí eu explico qual formato faz mais sentido e, no online, qual horizonte é mais coerente. Só então conversamos sobre investimento

Se quiser, adiante três coisas: leva 20 segundos e a mensagem já sai pronta

Como está seu corpo hoje?
O que mais pesa? Pode marcar mais de uma
Onde pretende treinar?

Sua mensagem

Quero entender meu ponto de partida

Esta página não coleta seus dados: as respostas só montam a mensagem que você decide enviar

Se decidirmos seguir pelo online, o início acontece assim

Você não compra um arquivo, uma coleção de vídeos ou uma sequência aleatória de exercícios

Você entra num processo

Um processo em que existe alguém tomando as decisões técnicas para que você se concentre na parte que depende de você: colocar em prática

  1. Pagamento e orientações para começar
  2. Você responde a anamnese
  3. Analiso seu histórico e realizamos a avaliação online, com as informações e imagens solicitadas
  4. Você recebe orientação para realizar os testes necessários
  5. Analiso tudo junto com o que você me contou e construo sua periodização
  6. Seu treino chega pelo aplicativo, com uma orientação clara do que fazer, e o processo começa
  7. Os estímulos avançam a cada microciclo e, no fim de cada ciclo maior, começa uma nova etapa, com dúvidas tiradas direto comigo pelo WhatsApp

Você não precisa decidir hoje como serão os próximos dez anos

Talvez seja isso que torne tudo tão pesado: “agora vou ter que treinar para sempre”. Parece uma montanha inteira, mas ninguém sobe uma montanha em um único passo

Você não precisa resolver hoje tudo aquilo que quer preservar, precisa descobrir qual é o próximo passo

Daqui a algum tempo, talvez você nem se lembre da carga que utilizou hoje, nem do nome de metade dos exercícios

Mas pode perceber outras coisas

  • Que aquela escada deixou de ocupar tanto espaço na sua cabeça
  • Que carregar sua própria mala continua sendo algo comum
  • Que levantar do chão não exige planejamento
  • Que você aceita um passeio sem primeiro perguntar quanto vai precisar andar
  • Que seus filhos se preocupam menos
  • Que alguém oferece ajuda… e você ainda pode escolher se quer aceitar

Ou responder: “Não precisa. Eu consigo”

Talvez um dia seu neto simplesmente diga:

“Vô, vem brincar!”

E a primeira coisa que apareça na sua cabeça não seja “será que meu joelho aguenta?”, “será que vou cansar?”, “será que consigo levantar depois?”

Talvez a resposta venha antes dessas perguntas

“Vamos”

É disso que estamos falando desde o começo: não de academia, não de viver para treinar, não de virar fitness, não de provar que você ainda é jovem

Mas de continuar tendo um corpo que permita que suas decisões sejam tomadas pelo que você quer fazer… e não apenas pelo que seu corpo ainda permite

Você passou décadas construindo a vida que queria ter, e talvez agora seja hora de cuidar do corpo que pretende levar com você para vivê-la

Você não precisa virar uma pessoa de academia

Precisa apenas descobrir qual é a Dose Certa para o ponto em que você está hoje

Quero entender meu ponto de partida

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